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13 de out de 2011

Blog do Barbi-Carlos Barbieri: BI2-Big Data-Parte II- Fonte do Big Data

Blog do Barbi-Carlos Barbieri: BI2-Big Data-Parte II- Fonte do Big Data: Pense no seguinte: O mundo experimenta um crescimento de negócios e parceiros, mercados e oportunidades, produzindo um maior volume de dados tradicionais, ou seja aqueles "estruturados", residentes em bancos de dados, planilhas etc e com os quais sempre trabalhamos.Arquivos de clientes, convênios, conveniados, equipamentos etc continuarão a crescer. OK...Por outro lado, também os dados semi-estruturados ou não estruturados começam a explodir. Aos dados estruturados de uma ficha médica, por exemplo, se juntam dados "não estruturados" de imagens, ou textos de receitas ou resultados de exames daquele paciente. Ao lado de uma ficha de cliente, podemos ter fotos suas ou dos produtos de sua preferência. Dentro do celular que você usa tem dados estruturados como os endereços, contatos, telefones etc mas também tem um conjunto de músicas de sua preferência, além das fotos dos filhos e netos. Assim, o Big Data está surgindo também em função de novos domínios de interesses da sociedade, que começamos a consumir com avidez, em função das facilidades crescentes da internet e das benesses da portabilidade . Por exemplo:
· Há hoje no Brasil, por exemplo, mais de 220 milhões de celulares, ou seja temos, em média, mais de um celular por habitante. Cada ligação efetuada pode ser entendida como um fluxo de informações que deverá ser registrada, por um certo tempo e conterá no mínimo informações do número de origem, do número chamado, estampa de data/tempo, além de informações operacionais. Calcule o número de ligações efetuadas e imagine a sombra dos “exabytes” se aproximando. Esses são os dados estruturados. Agora imagine o número de fotos, músicas, e-mails, torpedos etc que eles nos permitem produzir ou portar ;
· As empresas, com site na nuvem, que tentam entender o comportamento do seu “business” usam mecanismos de detecção de atitudes do seu visitante. Empresas de buscas, como Google, Yahoo, ou empresas de marketing digital, especializadas em “ads” na internet, tem a necessidade de registar o “clickstream” de um visitante num site. É importante entender o comportamento daquele internauta quando passeia pelos corredores virtuais (páginas) daquele site. Imagine o número de cliques que acontece num segundo em toda a nuvem. Esses cliques deverão ser registrados com uma série de dados, passando por endereço IP que efetuou o clique, a URL acessada, a URL de origem(veio de um buscador, ou entrou direto, via HTTP://), a sempre necessária estampa de tempo, etc. Bilhões de clicks são produzidos num dia na nuvem e essas dados embutem informações preciosas. E o mais importante: deverão ser armazenados e analisados; ...

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