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Marco Gandra Brasileiro – Casado 41 anos - CNH B Nascido em Belo Horizonte e-mail gandraribeiro@gmail.com ...

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10 de mai de 2012

Centros de Excelência e o desafio de uma gestão holística em “ecossistemas” complexos



A constante busca pela otimização, demandará profissionais com visão holística e com grande percepção dos eventos organizacionais, nas empresas, unido à estratégia aos processos.

Os profissionais deverão moldar as atividades, alinhando-as com a definição da alta direção, com processos, que deverão iniciar e terminar, passando por vários pilares funcionais, os departamentos. Mudar o foco da visão, hoje: no cliente, para: do cliente.

Eles deverão definir e controlar indicadores e planos de iniciativas, objetivando obter resultados balanceados e sustentáveis, facilmente comunicáveis para todos os níveis da organização e parceiros.

Para tanto, está cada vez mais presente, o uso de tecnologias e conceito como BPMS (Business Process Management Suite), BI (Business intelligence ) e EPM (Enterprise Performance Management), tal com o monitoramento de indicadores on-line e real-time, usando módulos de BAM (Business activity monitoring)  integrados aos ERP´s  (Enterprise Resource Planning) e sistemas verticais, especialistas e ampliando para conceitos emergentes de atividades por demanda, como os Case Managements.

Os profissionais deverão buscar meios para disponibilizar indicadores preditivos, para possibilitar ações proativas, com o suporte de tecnologia com o CEP (Complex Event Processing) e RPM (Responsive Process Management). Que possibilita criar e gerenciar um “ecossistema” virtuoso. Permitindo assim, ampliar a assertividade nas decisões tomadas.

Corriqueiramente, ocorrem parcerias entre fornecedores e clientes, que proporcionam sinergia e reeducação de custos. Nesse contexto, outras ferramentas computacionais entram em ação, os BRI (Business Integration Responsive). Que propõem integrar os sistemas e seus respectivos dados, dispersos em ambientes heterogêneos, possibilitando que a TI e a área de Processos, responda de forma ágil às mudanças provocadas por novas regras no negócio.

Esses desafios provocam necessidade de conceber matrizes de informações “vivas”, projetando cenários diversos, disponíveis para todas as áreas da empresa. Não estou falando de informações, apuradas mensalmente com grande esforço, mas sim, apresentadas agilmente, com ferramentas de TI, compostas por Objetos e serviços alinhados em barramentos ESB (Enterprise Service Bus) e coerentes com a proposta da abordagem SOA.

Essas novas dimensões da gestão, necessitam que haja interfaces de regras de negócios gerenciadas pelos BRMS (Business Rules Management System) ou de dados persistidos de forma distribuída, mas, consolidadas em DW (Data Warehouse) e Data Marts unificados e centralizados em Data Centers, evitando inconsistência, unindo a base interna com a dos fornecedores e ou clientes, privilegiando informações completas e consistentes.  

O foco holístico empresarial, neste contexto, deverá ser o de demandar ter tudo isso disponível, facilmente e visível a todos da corporação. Obedecendo as regras de segurança, respeitando privilégios de acesso, tendo infraestrutura e sistemas com alta disponibilidade.

Assim, será possível fornecer as informações certas no formato necessário. Privilegiando ações futuras, enquadradas em cenários complexos, simulados com tendências de índices e indicadores, regredidos linearmente a uma data desejada. Provendo informações que corroborarão na revisão de estratégias, possibilitando contornar eventuais problemas, não previstos, na concepção da arquitetura empresarial original.

Para tanto, veremos o conhecimento das áreas de Análise em Negócios, O&M, Qualidade, Sistemas, Processos e BPM, convergindo em um “super” Analista de Negócios ou Processos. Não estamos falando de um profissional, mas sim de uma equipe multidisciplinar, alocada em um departamento de excelência empresarial, que tenha foco em arquitetura corporativa e soluções sustentáveis, seja sustentabilidade financeira, físico-mental/o moral {dos colaboradores} ou ambiental. Que terá como missão, ver a empresa, com lentes antagônicas. Hora, microscópica e com foco em problemas específicos, hora macroscópica, observando-a como uma estrela de primeira grandeza, localizada nos confins da galáxia.  

Muitos dirão que isso é utópico, por conta do tempo para a formação desses profissionais e custo para aquisição de ferramentas, contudo, as iniciativas isoladas já demonstram o ganho que as empresas vanguardistas têm, com as atividades dos profissionais com esses perfis, devidamente munidas com softwares, autonomia e treinamentos adequados.

Percebemos que a integração em busca de uma solução completa, ponto a ponto entre as corporações, é inevitável. A questão será de sobrevivência das empresas e seus parceiros. O risco e a concorrência, impulsionará a criação dos Centros de Excelência, capazes de “garimpar” informações e modelar cenários estratégicos, apoiando os executivos em suas decisões.

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