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1 de dez de 2011

O principal objetivo da Gestão de Riscos é avaliar as incertezas do Projeto

Por: James Pintan
Em: http://www.tiespecialistas.com.br/2011/11/o-principal-objetivo-da-gestao-de-riscos-e-avaliar-as-incertezas-do-projeto/



O principal objetivo da Gestão de Riscos é avaliar as incertezas do Projeto

Gestão de riscos é o processo de organizar e planejar recursos humanos e materiais de uma empresa de forma a reduzir ao mínimo possível os impactos dos riscos na organização, utilizando um conjunto de técnicas que visa minimizar os efeitos dos danos acidentais direcionando o tratamento aos riscos que possam causar danos ao projeto, às pessoas, ao meio ambiente e a imagem da empresa.
O principal objetivo da Gestão de Riscos é avaliar as incertezas de forma a tomar a melhor decisão possível. De certa forma, toda gestão de risco e toda tomada de decisão lida com esta situação, e os seus benefícios dão as melhores decisões, menos surpresa, melhora no planejamento, na performance e na efetividade, além da melhora no relacionamento com as partes interessadas.
Segundo o Guia PMBOK quarta edição, os processos de gerenciamento de riscos do projeto incluem os seguintes pontos:
Planejar o gerenciamento dos riscos: processo de definição de como conduzir as atividades de gerenciamento dos risco de um projeto;
Identificar os Riscos: processo de determinação dos riscos que podem afetar o projeto e de documentação de suas características;
Realizar a Análise Qualitativa dos Riscos: processo de priorização dos riscos para análise ou adicional através da avaliação e combinação de sua probabilidade de ocorrência e impacto;
Realizar a Análise Quantitativa dos Riscos: processo de analisar numericamente o efeito dos riscos identificados, nos objetivos gerais do projeto;
Planejar as Respostas aos Riscos: processo de desenvolvimento de opções e ações para aumentar as oportunidades e reduzir as ameaças ao projeto;
Monitorar e Controlar os Riscos: processo de implementação dos planos de respostas aos riscos, acompanhamento dos riscos identificados, monitoramento dos riscos residuais, identificação de novos riscos e avaliação da eficácia dos processos de tratamento dos riscos durante todo o projeto.
No COBIT 4.1 é recomendado que os riscos devem ser gerenciados das seguintes formas:
Mitigação de Riscos: implementação de controles que protejam contra riscos, como por exemplo, implementação de um firewall de segurança;
Tranferencia de Riscos: compartilhar ricos com parceiros ou contratar seguro apropriado;
Aceitação  de Riscos: confirmação e monitoração de riscos, e ter um plano de resposta ao risco pronto;
Evitando Riscos: adotar uma opção diferenteque evite completamente o risco.
E com todas estas recomendações de melhores práticas no tratamento de riscos ainda é possível presenciar situações totalmente evitáveis, como a desativação de servidores sem prever a super utilização de outros recursos, utilização de Bloco de Notas como contingencia de uma outra ferramenta e também ignorar o parecer de especialistas gerando retrabalho e desperdício de recursos,  atitudes tomadas por pessoas experientes e conhecedoras das boas práticas, outros menosprezam opiniões de membros da equipe, considerando opiniões pessimistas deixando estes colaboradores em situação vexatória perante o restante da equipe além de desmotivar e frustrar toda a equipe.
Precisamos tomar consciência de que todos os riscos podem e devem ser identificado, analisados e tratados da melhor forma possível, avaliando se devem ser tratados, mitigados ou aceitos. Não é aceitável que um risco pegue a equipe do projeto de surpresa, provocando ações reativas por parte dela, os riscos devem ter todo o plano de ação desenhada, e todos devem estar alinhados quanto à este plano e prontos para a ação sempre que o risco ocorrer no projeto, proporcionando uma entrega o mais próximo do perfeito possível.
E para que todos estejam prontos para agir e todo o plano de ação seja de conhecimento da equipe, a comunicação no projeto é um ponto importantíssimo, que também tem reflexo no resultado do projeto, no envolvimento e motivação de toda a equipe.
Neste artigo tive a ajuda especial de Murilo Ferreira Raposo Tavares, lider de equipe de suporte na IBM Brasil.


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