Postagem em destaque

Procurando Profissional em Análise de Processos de Negócios, BPM, BPMS e Melhoria de Processos, para atuar na Região Metropolitana de Belo Horizonte?

Marco Gandra Brasileiro – Casado 41 anos - CNH B Nascido em Belo Horizonte e-mail gandraribeiro@gmail.com ...

Pesquisar neste blog

9 de fev de 2012

Gestão de Projetos X Gestão de Pessoas – Parte I

Por: Renato Lopes
Em: http://www.tiespecialistas.com.br/2012/01/gestao-de-projetos-x-gestao-de-pessoas-parte-i/



Eu sempre digo que todo Gestor seja de TI ou não, deveria fazer como segunda faculdade a psicologia, ou ao menos um ano de terapia, assim como esse que escreve esse artigo, pois só conhecendo e entendendo a si mesmo para entender o próximo, sendo esse seu funcionário, parceiro de negócio,  colaborador do departamento ou fora dele e até mesmo sua chefia.

Nesse artigo vamos focar na equipe de projetos, quando o Gestor de TI tem em mãos um projeto que lhe foi dado com data limite e com uma linguagem subliminar informando a importância do cumprimento da data e sem negociações, já partirmos para a divisão das partes e designação das tarefas,  onde é nesse ponto que está o sucesso ou fracasso do Projeto.

Passar a tarefa certa para a pessoa certa é mais que um “feeling”,  é um conhecimento amplo da equipe e específico de cada membro dela, o gestor além das tarefas deve prestar atenção na ação de cada funcionário no seu dia a dia desde o modo de dar bom dia, ao comentário do  corredor ou do cafezinho, são os pequenos detalhes que fazem com que o gestor tenha conhecimento de cada um da sua equipe. Observe que ao saudar sua equipe há uma forma peculiar em cada um: um aperto de mão olho no olho, uma batida de mão, uns tapinhas nas costas… Marque sua equipe por detalhes bons ou ruins: o mais comunicativo, o mais concentrado, o desligado, o “hand´s on”, o pesquisador ou qualquer outro detalhe que você como gestor poderá encontrar na análise diária.

Anote toda e qualquer observação importante do seu funcionário e cruze com as tarefas que tem a desenvolver no seu projeto, você verá que há uma probabilidade da tarefa ser bem sucedida e de forma mais prazerosa sendo passada a quem tem melhor habilidade para esta execução. Este cruzamento de informações servirá também para escolher o líder do projeto que nem sempre será o mesmo, pois é importante a rotatividade, salvo se a equipe não tiver a miscelânea para isso, mas o ato de arriscar (de forma calculada) também é válido.
Depois de marcadas as tarefas escolha o dia certo para apresentar o projeto, preste a atenção  na fala de cada um  ao chegar ao expediente e você perceberá se é o dia certo ou não para apresentar o projeto, pois se alguém estiver em um dia ruim poderá influenciar negativamente os outros, inclusive se for aquele que é formador de opinião.

Antes de apresentar as tarefas e o líder, fale sobre o projeto de forma macro, o que e a quem vai beneficiar, a quais departamentos o projeto apoiará, como é o cenário atual e como ficará e data final do projeto, você verá que com o primeiro “overview”  surgirão reações diversas tanto físicas quanto comentários. Preste atenção na reação de cada um da equipe, pode ser que aquele que você escolheu como líder seja o primeiro a franzir a sobrancelha, cruzar  os braços ou cochichar algo com o companheiro ao lado,  e nesse momento talvez você tenha que trocar o líder do projeto ou mantê-lo e correr o risco calculado, vale a análise.
Divida as tarefas em grupos de ações e fale de forma alternada para que possa ser mais dinâmico e que você possa ter em conta o reflexo de cada um, após isso delegue as tarefas com suas respectivas datas, e peça status semanal ao líder sobre o andamento.

Dica importante – Busque uma pessoa de outro departamento que irá ser beneficiário direto para participar no projeto, o “pensar fora da caixa” muitas vezes auxilia quem está envolvido a “bits e bytes”.

No próximo artigo (Parte II) falarei do acompanhamento do Projeto! Até lá…

Nenhum comentário:

Postar um comentário