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5 de mar de 2012

Gestão, ERP e Processos Empresariais

De:  Paulo Bandouk
Em: http://www.tiespecialistas.com.br/2012/02/gestao-erp-e-processos-empresariais/

Ao analisarmos os processos ou macro-processos no ambiente empresarial, logo pensamos em grandes Empresas ou corporações com controles sofisticados e complexos, áreas e departamentos totalmente integrados, geralmente baseados em algum sistema de gestão Empresarial (ERP), controlando todas as  operações e  informações da Empresa.

Antes de mais nada, é importante nos determos para o significado da palavra processo no ambiente corporativo. Um processo pode ser definido como um fluxo de informações de uma determinada área da Empresa que agrega valor na cadeia produtiva de um bem , produto ou serviço.

Os processos portanto, podem ser complexos, dependendo da atividade e do tamanho da Empresa, ou até mais simples para Empresas que atuam em “negócios” simples. Por exemplo, uma Empresa que atua no setor de comércio, comercializando um número pequeno de ítens, deverá ter um controle simples das suas operações, já  uma Indústria, que confecciona e vende seus bens, precisará ter um controle muito maior, portanto os seus processos serão mais complexos, além de estarem totalmente integrados. Poderíamos definir sinteticamente neste caso os seguintes processos: Manufatura, Compras, controle de Materiais (Logística) ,Vendas/Distribuição e Finanças.

As médias e até as pequenas Empresas também precisam ter seus processos bem definidos, documentados , endereçados e integrados.  A vantagem para  estas  é que geralmente seus proprietários conhecem detalhadamente cada área, atuando diretamente na solução dos problemas, além disso, dominam os pontos críticos e o fluxo de informações gerados para todas as áreas: finanças, estoque , vendas , etc. Portanto o controle dos processos(fluxos) se torna mais fácil.

Muitas  pequenas e médias Empresas nas quais  prestei serviços de consultoria,  possuíam  processos bem definidos: geralmente 3 ou 4 profissionais sendo um responsável pela  área fiscal/contábil, outro pela área financeira, mais um controlando o estoque/faturamento e um gerenciando a  equipe de vendas. Porém todos eles se integravam e conheciam as informações que eram geradas/recebidas por cada uma das áreas em que eram responsáveis.

É imprescindível que Empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes, tenham seus processos bem definidos, ou que façam um novo desenho dos seus processos,  antes de qualquer mudança tecnológica/operacional. Só assim elas terão informações confiáveis para tomada de decisões e novos investimentos.

Os aplicativos ERP tem a função de atender e endereçar corretamente o processos (fluxo) da Empresa, substituindo  todas as operações que antes estavam departamentalizadas, por um por um fluxo único  (integração por meio de Entradas e Saídas tendo como estrutura central o Plano de Contas). Isso ocorreu nas grandes Empresas (apesar dos  inúmeros insucessos e prejuízos  em projetos “vendidos” de ERP) e hoje a situação é que as grandes e médias empresas utilizam o ERP na sua plenitude totalmente integrado com os benefícios e ganhos como eliminação de erros, de duplicidade, informações on-line, fechamento contábil on-line, aumento do turn-over, etc.

Já nas médias e pequenas empresas devido ao “amadorismo” tanto dos Fornecedores como da própria empresa , a situação é que muitas vezes se criou um “Frankenstein”, ou seja,  a empresa acaba implementando o ERP modularmente (o que não gera benefício e ganho algum, já que cada departamento continua executando várias operações , quando deveria ser apenas um único lançamento).

Ainda estamos num estágio onde teremos de reeducar muitos profissionais para que efetivamente tenham coragem de enfrentar o Frankenstein , saindo da zona de conforto.



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