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8 de abr de 2012

Analytics de alta performance pode transformar Big Data em coisa do passado

Por:
Daniel Lázaro
Em: http://cio.uol.com.br/opiniao/2012/03/09/analytics-de-alta-performance-pode-transformar-big-data-em-coisa-do-passado/


Do que adianta armazenar uma quantidade enorme de dados se a empresa não investe na análise veloz e segura?


O que é um dado, um número, um gráfico sem análise ou interpretação? É o mesmo que um computador sem Internet para quem quer se comunicar. Já se imaginou frente a uma máquina de última geração, com hardware e softwares de alta capacidade sem ter como compartilhar, comparar ou distribuir as informações com agilidade?
O exemplo serve para ilustrar um fenômeno mundial, vivenciado, em um passado não distante, pelas redes sociais. Milhões de dados são gerados a cada minuto no mundo. Idade, sexo, preferências por música, compras online com débito, crédito ou boleto, inadimplentes, bons pagadores e muitas outras informações podem ser capturadas por empresas e instituições para que seus posicionamentos de negócios sejam direcionados à geração de receita.
A dúvida do mercado hoje é como aproveitar as informações para torná-las rentáveis. Não basta ter os dados em mãos. É preciso saber o que fazer com eles – e rápido. Também não é válida a contagem isolada das informações. Sem um cruzamento, dez dados continuarão sendo apenas dez informações distintas. Se cruzá-las, você poderá transformá-las em um grupo de potenciais clientes, compradores ou poderá fragmentá-los por tipos de consumidores e ser mais assertivo na oferta de um produto ou serviço.
Outro exemplo é o ganho em produtividade dentro de um processo industrial, com decisões que podem ser tomadas em segundos. Quebrar, retirar ou acrescentar etapas que tornam o processo mais ágil e eficaz. Falamos aqui de utilizar Analytics com uma velocidade que nossa mente não nos permite acreditar. Só que essa realidade está mais próxima do que imaginamos.
Analytics de alta performance é um termo já utilizado fora do país pela Accenture, e que ganhará espaço no Brasil ainda em 2012. A alta performance sugere que o cruzamento e análise de dados podem ser feitas com extrema rapidez, garantindo segurança na tomada de decisão. Antes, as análises complexas levavam dias para apresentar resultados, já que, após estudar os dados, era necessário fazer o cruzamento para se tirar conclusões e seguir com a estratégia de mercado.
Ter os dados em tempo real não é mais uma vantagem. A informação não é privilegiada. Apenas torna-se útil a partir do uso que se pode dar a ela. Hoje, já é possível, no mundo, a análise completa em apenas segundos, minutos.
Muito se discute sobre o Big Data, mas de que adianta armazenar uma quantidade enorme de dados se a empresa não investe na análise. Ou melhor, em uma análise veloz e segura. Não falamos, ainda, dos custos com backups, mesmo de dados primários. São altos e serão chamados de custos se não receberem o tratamento adequado. Para transformá-los em investimentos é necessário avaliar os três principais benefícios do Analytics de alta performance:
1) Tomar decisões em um espaço cada vez mais curto de tempo.
2) Ter respostas precisas para a análise de milhares de dados.
3) Aproveitar com mais eficácia todos os recursos e a infraestrutura de Tecnologia da Informação.
Os ganhos serão excepcionais. Gargalos menores, decisões mais seguras e produtividade em alta, em mercados altamente competitivos, podem elevar uma companhia a outro patamar frente aos concorrentes.
A indústria brasileira, certamente, usufruirá dos benefícios do Analytics de alta performance. Segmentos como automotivo, agronegócio, logística, petróleo e gás, transporte – e muitos outros – serão, em um futuro próximo, completamente transformados pela agilidade que essa nova ferramenta proporciona.
A única dúvida que fica com esse cenário é que empresas terão vantagem nesse jogo e sairão na frente para ter o Analytics de alta performance como um aliado estratégico em TI na otimização de custos, investimentos seguros e ganhos em receita.

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