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Procurando Profissional em Análise de Processos de Negócios, BPM, BPMS e Melhoria de Processos, para atuar na Região Metropolitana de Belo Horizonte?

Marco Gandra Brasileiro – Casado 41 anos - CNH B Nascido em Belo Horizonte e-mail gandraribeiro@gmail.com ...

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30 de mai de 2012

Divulgação: Allegro Tecnologias de Gestão

 Allegro Tecnologias de Gestão é uma empresa de consultoria empresarial ética, sólida e inovadora. Fundada em 2005 por profissionais experientes vindos dos mercados da tecnologia da informação e da gestão empresarial, se propõe a oferecer soluções customizadas aos seus clientes, apoiadas nos mais atuais princípios e técnicas de gestão. Tudo isso em benefício da eficiência operacional, da inteligência competitiva e da geração de riquezas em negócios.




Gestão de Processos


De acordo com o BPM CBOK o “Gerenciamento de Processo de Negócio (ou BPM) é uma abordagem disciplinada para identificar, desenhar, executar, documentar, medir, monitorar, controlar e melhorar processos de negócios, automatizados ou não, para alcançar os resultados pretendidos consistentes e alinhados com as metas estratégicas de uma organização”.
Apesar de ser evidente que a busca da melhoria dos processos de negócio passa por diversas etapas antes de se pensar em automatização de processos, é evidente também importância de se conduzir projetos de melhoria que passem pelas fases de análise (As Is) e desenho (To Be) mas incluam também as etapas de monitoramento e automatização dos processos propostos.
Quando se pensa em processos de negócio automatizados, a execução das atividades previstas no processo não deve prescindir da utilização de ferramentas BPMS (Business Process Management Suite) que viabilizam não somente a modelagem mas também a execução de todas as tarefas tendo como base as melhores práticas recomendadas, em busca da tão sonhada maximização dos resultados dos processos corporativos. Sendo mais contundente, pouco adianta analisar, desenhar, documentar e não poder executar, monitorar e controlar de forma automatizada. Daí o grande interesse por ferramentas BPMS, que tem aumentado a cada dia, embora muitos ainda não tenham entendido adequadamente o contexto maior (BPM) onde estas ferramentas se inserem. Mas, enfim, isso faz parte do processo de maturação de qualquer tecnologia.
A utilização deste tipo de ferramenta permite que, além da padronização de processos, a alta gestão da empresa possa enxergar, por exemplo, onde estão os pontos de melhoria dos processos, identificar possíveis responsáveis por atrasos nas tarefas, além de identificar a frequência de ocorrência. As pessoas que participam dos processos têm o seu trabalho facilitado, uma vez que recebem tarefas que devem ser apenas executadas, sem a preocupação de para onde devem ser envidas, uma vez que o processo foi padronizado e o sequenciamento das tarefas é conhecido pela ferramenta. Além disso, do ponto de vista de monitoramente e controle, a partir de dados e fatos alimentados pela própria ferramenta BPMS, podem ser implantados mecanismos de melhoria contínua e instrumentos efetivos de gestão de processos, visando a busca contínua de maiores níveis de maturidade dos processos corporativos.

Gestão do Conhecimento


A Gestão do Conhecimento compreende um conjunto de ações cujo objetivo é fazer com o conhecimento seja gerado, circule e permaneça na empresa e entre seus profissionais. A Gestão do Conhecimento é essencial para que:
  • Os profissionais assimilem novas tecnologias, mudanças de processo e de comportamento.
  • A cultura e o modo de fazer da empresa sejam assimilados pelos novos contratados e padronizados.
  • O conhecimento de um profissional não seja perdido quando ele se aposentar ou deixar a empresa por algum outro motivo.
  • Os profissionais possam evoluir na carreira dentro da própria empresa.
  • Ao crescer, a empresa não corra o risco de que cada profissional trabalhe de uma maneira diferente, com conceitos e processos próprios e diversos entre si e, portanto, impossíveis de serem controlados e compreendidos pelos tomadores de decisão.
As ações de Gestão do Conhecimento buscam levar para todos os profissionais todo o conhecimento que é gerado no dia-a-dia da empresa, nos seus investimentos em inovações e desenvolvimento e na capacitação das pessoas que a compõem. Para isso, irá buscar o que os profissionais sabem individualmente, reconhecer as melhores práticas adotadas nos processos pela empresa, registrar suas crenças e seus valores, e organizar esses conhecimentos de maneira a fazer com que eles cheguem a todos.
Dessa maneira, todos têm seu conhecimento reconhecido e valorizado, e ganham ainda acesso a vários novos. Só assim é possível que a empresa cresça mantendo sua identidade, conduzido processos e adotando conceitos padronizados e portanto confiáveis e monitoráveis.
Os conhecimentos levantados são registrados e distribuídos de diversas maneiras: tutoriais, treinamentos a distância e presenciais, eventos e palestras, fluxogramas e sistemas, notícias e artigos em sites e intranets, além de diversos tipos de manuais, sejam eles de sistemas, procedimentos, normas, conceitos etc.
O conhecimento pode circular ainda de outras maneiras não registradas, como na realização de mesas redondas com diferentes especialistas, ou na definição do mapa do conhecimento da empresa, que aponta os especialistas em cada área.

Gestão de TIC


A gestão das Tecnologias da Informação e da Comunicação – TIC deve ter como objetivo oferecer serviços de TIC com qualidade e alinhados às necessidades específicas do negócio. Entretanto, oferecer serviços com níveis de maturidade adequados não é uma tarefa fácil, tendo em vista as inúmeras mudanças que terão de ser conduzidas, não somente na área de TIC e no ambiente tecnológico, mas na empresa como um todo.
Para isso, é importante, a partir de uma avaliação do nível de maturidade dos processos de TIC conforme definidos em um modelo de maturidade (ex: COBIT), planejar o desenvolvimento da maturidade dos processos de TIC aos níveis adequados, alocando os recursos necessários ao desenvolvimento dos processos de TIC considerados prioritários ao apoio dos processos primários do negócio. Se considerarmos, por exemplo, o modelo COBIT, estruturado em 4 grandes domínios e 34 processos, temos uma noção do tamanho da empreitada que nos espera. Além disso, temos que ter em mente o fato de que este modelo apenas nos oferece um diagnóstico do que fazer, sem nos orientar efetivamente no como fazer. Geralmente, o como fazer vem detalhado nos diversos “frameworks” disponíveis para cada uma das muitas disciplinas de conhecimento englobadas pela tecnologia da informação (governança de TIC, gerência de projetos, planejamento estratégico, gerência de investimentos, gerenciamento de mudanças, garantia de continuidade de serviços, desenvolvimento de software, monitoramento do desempenho e muitas outras).
Isso tudo aliado às inúmeras resistências encontradas em qualquer processo de mudança corporativa, faz do CIO, assoberbado com os problemas do dia a dia, um forte candidato ao insucesso nesta empreitada, quando conduzida de forma solitária e amadora. Mudanças não são fáceis de se implementar num ambiente corporativo e exigem, além de recursos humanos e financeiros, conhecimento e experiência, determinação e empoderamento para serem executadas com sucesso. Nem por isso devem ser evitadas e, muitas vezes, se adiadas, poderão afetar a competitividade da empresa no mercado por deixarem de agregar vantagem competitiva ao negócio.

Gestão do Negócio



A área de atuação Gestão do Negócio busca estruturar os melhores caminhos do fluxo da informação para que uma organização alcance sua excelência operacional, competitiva e estratégica.

Nossa abordagem consiste na modelagem de ferramentas de gestão e na criação de estruturas de informações que foquem o core business das organizações. É comum que os tradicionais sistemas computacionais corporativos foquem mais os processos de apoio deixando de contemplar de modo suficiente os processos críticos do negócio, ou mesmo que a comunicação entre as estruturas de dados existentes não sejam adequadas à formação e apresentação de informações estratégicas.
São fartos os exemplos de organizações com sofisticados e caríssimos sistemas ERPs (do inglês Enterprise Resource Planning) cuja as informações não atendem as necessidades dos seus gestores e executivos. Há também exemplos de sistemas computacionais de business intelligence que não conseguem suprir essas mesmas necessidades. 
Basicamente, nos propomos a atuar nos hiatos de informações aproveitando os sistemas computacionais já implantados preservando assim os investimentos já realizados pelas organizações e, quando necessário, especificando novas ferramentas a fim de que as informações relevantes para a organização fiquem à disposição dos seus decisores.

Os seguintes serviços são oferecidos:
  • Análise e diagnóstico da eficiência sistemas ERPs e de business intelligence;
  • Arquitetura, modelagem e especificação de ferramentas de gestão.



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