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12 de fev de 2013

Estaria o SOA morto, mas ainda vivo como um conceito?

Por: Michael Stal , traduzido por Marcelo Costa
Em: http://www.infoq.com/br/news/2012/05/sdtimes-soa-is-dead


Em um recente e provocativo artigo publicado no SD Times de nome "SOA (o termo) está morto, mas SOA (a arquitetura) vive", David Rubinstein destaca sua opinião de que enquanto o SOA ganhou muita força como um princípio arquitetural, ele pode estar morto como um termo. Ele cita o analista Jason Bloomberg, que considera SOA como uma palavra ruim. Em sua opinião, SOA como um tipo de tecnologia já está morto devido a ascenção do Cloud Computing (Computação em Nuvem) e a complexidade intrínsica dos Web Services (Serviços Web)
Para provar seu ponto de vista, Rubinstein cita especialistas como Ian Goldsmith, vice-presidente de gerenciamento de produtos da SOA Software, e Paul Fremantle, CTO e co-fundador da WSO2, entre outros.
A maioria dos especialistas, de acordo com o artigo, acredita que o SOA mudou de uma pilha de tecnologias, que inclui padrões como SOAP, para um princípio arquitetural. Além disso, a maioria das experiências de clientes com aplicações baseadas na tecnologia SOA estão fora do controle de fornecedores de SOA, o que difere de alguns anos atrás, e é por isso que cloud computing e outras tecnologias assumiram uma importância crescente.
Ian Goldsmith da SOA Software, afirma:
Houve esse castelo nas nuvens sobre processos de negócios dinâmicos, a capacidade de se encontrar um serviço para usar e conectar-se a ele automaticamente. Isso nunca aconteceu. BPM e automação de processos são ótimos, mas tratam-se de automação de processos relativamente estáticos. Não há nenhuma descoberta dinâmica de novos parceiros para integrar com processos estáticos. Não há nenhuma descoberta dinâmica de novos parceiros para integrar.
Os especialistas citados no artigo alertam que o termo SOA agora implica diversas desvantagens, como por exemplo:
  • Ter prometido mais do que poderia entregar,
  • Alguns dos padrões WS-* caíram no esquecimento.
Por outro lado, tecnologias SOA como o REST são consideradas fundamentais. Mas a tendência é mudar o foco de serviços para APIs. Ken Godskind, vice-presidente de monitoramento de produtos na SmartBear é citado no artigo de Rubinstein como :
SOA é uma categoria; APIs são uma categoria mais geral inserida neste contexto. Quando eu vejo Web Services, vejo apenas XML RPCs (chamadas remotas de procedimento) sobre HTTP. Servir usuários de uma forma atual e mais rica seria considerado um adicional. Para que as aplicações entreguem funcionalidades avançadas, será principalmente por meio de containers de navegação e controle realizando requisições para os Web Services que retornarão dados via REST, SOAP e JSON.
No que os outros acreditam? Deve-se notar que a morte do SOA como uma tecnologia de implementação não é um tema particularmente novo. Por exemplo, JP Morgenthal já havia discutido este assunto em seu blog em "SOA está Morto, Vida longa à Computação Distribuída" em 2008.

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